Processo novo contra um CNPJ da sua carteira, lido no tribunal no dia em que aparece

Monitoramento processual por CNPJ: a consulta é feita direto no portal de cada tribunal, no momento do pedido, e devolve processos judiciais e certidões de distribuição com a data e a hora da leitura registradas.

O problema

O jurídico costuma descobrir o processo pelo caminho mais lento: o cliente avisa, a contraparte cita, ou alguém abre o portal do tribunal porque lembrou. Entre a distribuição e a descoberta passam semanas, e é nesse intervalo que o prazo encolhe e a provisão fica errada.

A alternativa manual não escala. São portais diferentes por tribunal, cada um com o próprio formulário, o próprio captcha e o próprio jeito de dizer que nada consta. Uma carteira de 200 CNPJs em 10 tribunais são 2.000 aberturas de tela por rodada, e ninguém faz isso duas vezes no mesmo mês.

Há ainda o outro lado, o do papel: quando o passivo judicial precisa virar certidão para um contrato, uma habilitação ou um financiamento, o prazo é do outro lado da mesa, e a certidão que estava na pasta venceu.

Como funciona

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    Você manda a lista de CNPJs e diz em quais tribunais quer olhar.

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    A coleta abre o portal de cada tribunal no momento do pedido, faz a consulta processual pelo CNPJ e devolve o resultado estruturado (processo encontrado ou nada consta), com o instante da leitura registrado.

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    Onde o tribunal emite certidão, o PDF vem gerado pela própria fonte, com o código de validação que qualquer terceiro confere no site do órgão.

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    Na cadência combinada a leitura se repete, e o alerta sai quando o resultado muda: processo novo, mudança de situação, certidão que deixou de ser negativa.

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    A entrega cai onde o time já trabalha: sistema jurídico, ERP, API ou relatório da carteira inteira.

Os documentos (64)

A consulta é sempre por CNPJ. A Hath não busca por pessoa física, por OAB nem por número de processo, e não acompanha andamento peça a peça: o que entregamos é a leitura do que o portal do tribunal publica para aquele CNPJ, na hora em que perguntamos. Peticionamento e download de peças estão fora. A cobertura é a do catálogo. Se o tribunal que você precisa não estiver lá, a gente diz antes de vender, não depois.

Dúvidas frequentes

O que é monitoramento processual automatizado?

É a releitura periódica dos portais dos tribunais em nome de um CNPJ, feita por robô, para descobrir processo novo e mudança de situação sem ninguém abrir tela. Cada rodada é uma consulta processual ao vivo na fonte, com a hora da leitura registrada, e o alerta sai quando o resultado muda em relação à leitura anterior. Não é uma base de processos que envelhece em banco: é o que o tribunal publica agora, na cadência que você definir.

O que é coleta de dados processuais sob demanda?

É o robô abrir o portal do tribunal no momento em que você pergunta, consultar pelo CNPJ e devolver o que está publicado agora, em vez de responder a partir de uma cópia baixada semanas atrás. Não mantemos base própria de processos: cada resposta carrega a hora da leitura, e é essa hora que você mostra quando alguém questionar o dado.

É a mesma coisa que um sistema de push de andamentos?

Não. O push depende de o tribunal empurrar a movimentação para quem está cadastrado no processo. Aqui a leitura é ativa e por CNPJ, o que alcança inclusive o processo em que ninguém do seu lado ainda foi cadastrado, que é justamente o caso em que o time não seria avisado por ninguém.

Dá para buscar pelo nome dos sócios?

Não. O escopo é a empresa, identificada pelo CNPJ. Consulta de pessoa física (antecedentes, identidade, processos pessoais) é outro mercado e outro fornecedor.

Com que frequência dá para reler?

Da diária à mensal, definida por tribunal. Faz sentido apertar a cadência onde o resultado muda com frequência, como a distribuição de novos processos, e afrouxar onde a fonte é estável. Cadência demais em portal público não traz informação nova, só risco de bloqueio.

A certidão coletada vale como documento oficial?

Vale, porque não somos nós que a emitimos: o PDF é gerado pelo próprio tribunal, com o código de validação dele. A automação percorre o caminho até a emissão. Não fabrica o documento nem reescreve o que ele diz.

E quando o tribunal sai do ar ou muda o portal?

Acontece toda semana, e a manutenção é nossa. A consulta é reagendada e refeita, e a diferença entre nada consta e não consegui ler nunca é apagada: fonte indisponível é registrada como indisponível, jamais convertida em resultado negativo.

Dá para monitorar processos judiciais de muitos CNPJs de uma vez?

Dá, e é o caso comum: a carteira entra em lote, com a cadência definida por tribunal, e a fila respeita o ritmo de cada portal. O relatório volta por CNPJ ou consolidado, e só o que mudou desde a leitura anterior vira alerta.

Quer isso rodando na sua operação?

Conte quantos CNPJs você acompanha hoje e como o time faz isso agora. A partir daí dá para dizer se a automação se paga. E, quando não se paga, a gente diz também.

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Para entender o mecanismo

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